NUNCA É TARDE PARA ENTENDER SEU ORGANISMO
Depois de muitos testes, comecei a perceber o que realmente me fazia bem e o que me fazia mal. Eu amava refrigerante, até entender que aquilo era um verdadeiro veneno por causa de um ingrediente específico: o xarope de milho. Mesmo tomando a versão zero, eu passava mal — embora hoje consiga consumir pequenas quantidades sem problemas.
Passei a prestar muito mais atenção à lista de ingredientes de todos os produtos, algo que antes eu não fazia. Sempre verifico se há xarope de milho, pois sei que é um ingrediente rico em frutose. E, quando encontro algo que não conheço, pesquiso para saber se posso ou não consumir. Com energético, por exemplo, procuro sempre a versão original sugar free, porque sei que os saborizados vão me fazer mal — disso eu não tenho dúvidas.
Essa é a vida de quem tem intolerância à frutose: ler rótulos, entender o próprio organismo, descobrir o que dá para consumir e o que é melhor deixar de lado.
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